Desodorante [24/03/2009]

Ainda me impressiona que com tanta propaganda de Rexona e Axe essa galere ainda não tenha sido convencida de que deodorant é item essencial na listinha do supermercado. Não é questão só de higiene ou educação, é questão de vergonha na cara mesmo :D
Alguém faz o favor de explicar para meus caros coleguinhas passageiros de ônibus que cecê não é legal e que já que eles não pretendem raspar suas fedidas axilas a fim de evitar o mau cheiro, que ao menos usem desodorante? E que usemgenerosamente, não é só pra dar uma sujadinha do produto não. Pode tacar o menino com vontade no seu sovaquinho, amigoan. A sociedade agradece.

10/05/2009

“Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida. Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um. Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele. Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente.

Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.

Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida um amor de verdade

- Zíbia Gasparetto -

Esse texto merece ser 100% destacado, cara, haha. Quando comecei a ler achei que fosse mais um clichê sobre amor, mas a medida que ia avançando as linhas notei que explicava exatamente aquilo que eu penso: as pessoas tem essa necessidade de procurar suporte nos outros para preencher sua existência e quanto mais se apoiam, mais perdem o próprio fundamento.
Isso explica um pouco sobre mim também, é o porquê de eu não fazer como a maioria cega que sai procurando amor em tudo quanto é lugar ou pessoa que pareça poder dá-lo (ou não haha): eu não quero fundamentar minha existência noutro ser que não eu mesma. Isso não significa que não quero amar ou me sentir amada, mas que, para mim, amor é um sentimento livre e que deve fazer bem, não uma questão de dependência. E, para isso, deve envolver pessoas que já atingiram certa maturidade afetiva, que sejam capazes de desenvolver um sentimento mútuo, porém independente.
Prefiro estar “sozinha” a estar num relacionamento onde não vou me sentir estável. Preciso estar bem comigo mesma para depois estar bem com outra pessoa, que, por sua vez, também deve conseguir se sustentar por conta própria (e por sustentar não estou me referindo ao lado financeiro, mas emocional). Caso contrário, será um relacionamento sem equilibrio, onde cedo ou tarde, um estará puxando o outro para baixo. Poderão erguer-se vez ou outra, mas inevitavelmente se levarão para baixo logo após.

E por mais que às vezes, especialmente nos momentos mais difíceis, nós fiquemos tentados a ceder a esse sentimento carente, não é algo que devemos fazer, porque cria um ciclo vicioso e destrutivo, não só para si, mas pára os envolvidos de forma geral. Nessas horas a inteligência deve falar mais alto. Se apegar a alguém apenas para matar a solidão não é bom, a não ser que isso seja extremamente consciente, bem planejado e seguido à risca, mas as chances de fracasso também são enormes. Nós devemos ser capazes de nos sentir preenchidos por conta própria, ao olhar uma bela paisagem ou estando com os amigos – mas nunca precisando de alguém específico, exclusivo, para isso. Essa necessidade não é amor: é dependência.

Senti vontade de escrever e caguei pros erros, não tô querendo lançar nenhum livro mesmo ¬¬ HEUIHOEIUHEUI O importante é a idéia x)) A minha forma de pensar, que tem me feito muito bem desde que é assim, e que eu vejo fazer bem a todos a que é comum. Dava pra passar horas, anos, dissertando sobre o tema, mas eu e vocês temos mais o que fazer (tipo ir estudar pra prova de amanhã HEUHEU)

beijones ;*

Epopéia Riocardesca [12/02/2009]

Cara, hoje foi o meu dia.
E eu acabo de ser coroada rainha da ironia :D
Tava eu toda toda (quase atrasada =x), chegando no ponto pra pegar meu ônibus quando eu vejo ele passando (Y). Beleza, eu sabia que ia ficar esperando o próximo, ele costuma demorar um pouco mesmo u.u Eu só não sabia que ia esperar tanto…
20 minutos depois, ele chega. Quase vazio, milagre! :D Faço sinal. Sou solenemente ignorada.
Se passam mais 10 minutos, passa outro. Faço sinal. Lotado. A mesma cena se repete pouco depois.
E repete de novo.
Até prum ônibus da mesma empresa, porém sem destino identificado, eu fiz sinal, na quase vã esperança de chegar na aula a tempo. ¬¬
E, YEY, finalmente vem vindo um que parece vazio. Aliás, dois! Um deles tem que me deixar entrar agora! ¬¬

Faço sinal e….

Meu RioCard cai no bueiro.

Sério, juro que foi aí que comecei a chorar.
Meu RioCard lindo e cheio de passes, no bueiro. O bueiro, por sua vez, lacrado. Eu, por minha vez, sem nenhum pegador de RioCard caído em bueiro. Peguei o celular, liguei pra casa, acordei alguém, contei meu causo e prometeram que meu padrasto iria me resgatar com dois cabos de vassoura. No mesmo instante, a galëre do ponto pareceu ouvir minha conversa (o que foi curioso por esta ter sido uma das raríssimas ocasiões em que falei baixo) e foi em meu socorro. Um cara, muito macho pela atitude, puxou a tampa do bueiro e enfiou a mão lá dentro pra pegar meu cartãozinho mágico *-* Sério, sorte que não tinha chovido essa noite.

Imaginem que lugar lindo seria o mundo se todos os homens se prontificassem a levantar tampas de bueiros em socorro de desconhecidas!

Estou estupefata *¬*
Mais uma vez, muito obrigada, moço desconhecido! Muitos Riocards pra você *-*

24/01/2009

Saco! Eu acho isso um saco! Eu odeio essa coisa absurda de ter que me afastar de quem eu gosto por causa de alguma incompatibilidade de gênios insuperável. Não bastasse isso, ainda ser obrigada a fingir que a pessoa não existe nem nunca existiu, que ninguém significou nada na vida de ninguém e que saudade é palavra sem significado nesse caso. Ser privada de sua companhia e amizade, logo de alguém que se fazia tão importante, do nada.
Já achei que esse incômodo tão grande fosse carência. Mas não, eu tenho a companhia dos meus outros amigos, que me supre muito bem essa necessidade de contato social, carinho, etcéteras. Percebi, então, que a falta que eu sinto é, realmente, do indivíduo: ninguém é substituível. Relações são substituíveis. Pessoas, não.

Que fique registrado, ao menos, que eu sinto, e sinto muito, a ausência. Apesar de tentar compreender, discordo de todo esse radicalismo, que não só me faz mal, como também me revolta. Me dói demais ser afastada, ainda mais assim, sem poder escolher, opinar ou protestar. Se ainda tivesse a quem, ou a quê recorrer… Mas nem isso posso; fui privada.

Fico com meus pensamentos, então.

Sobre Meu Ideal Idiota de Namoro.

“Meu ideal de namoro vai muito além de matar a solidão. Já tenho amigos que cumprem bem a função, então dispenso qualquer compromisso que se limite a isto. Namoro é um compromisso de envolvimento e dedicação mútuos, que demanda tempo, atenção, cuidados, esforço. Não é fácil, não é simples, mas quando o objetivo é atingido e a amizade se une ao companheirismo, ao desejo e à confiança, supera qualquer outra sensação existente.

Prefiro a minha própria companhia e estou feliz estando no singular, grata.”

Como diria a mãe, “jogo é jogo, treino é treino”. Eu levo namoro muito a sério, esqueço que é “só um namoro”. Que eu devo buscar confiança, etc, mas não devo buscar a pessoa com quem vou dividir minha vida. Até porque, eu tô muito nova pra dividir a vida. Meu primeiro namoro foi perfeito, depois disso eu só busquei relações difíceis e problemáticas, com pessoas que não tinham a menor possibilidade de me oferecer esse tipo de relação que eu idealizava. Não deve ser a toa, acho que tem uma auto-sabotagem implicita aí, exatamente porque meu primeiro namoro perfeito terminou por eu ser muito nova pra passar o resto da vida com aquela pessoa.
Pra mim, namorado tem que ser melhor amigo e não deve-se pensar que aquilo tem prazo de validade. Pra mim é eterno, mesmo que a paixão acabe, o amor resta, etc etc. Mas no final das contas isso é difícil pra caralho. Essa cumplicidade toda que eu espero, e acabo exigindo, por consequência, exige um nível de maturidade emocional muito alto. E pouca gente da minha idade tá preparada pra isso. Então, quando eu entro numa relação, por menos idealizada que seja, eu sempre busco essa cumplicidade. Mesmo sabendo que o outro não está pronto para corresponder. No fundo, o que eu mais desejo é uma resposta positiva, mas ao mesmo tempo em que é demais esperar isso de uma criança (porque não somos muito mais que crianças, ainda), não sei se eu mesma estou preparada para ter essa resposta.
Então a mãe tá em parte certa. Eu tenho maturidade pra ser cúmplice de outrem, mas eu não tenho maturidade para passar o resto da vida com a mesma pessoa. Eu ainda quero experimentar e viver coisas que não vivi, e nem viverei se estiver presa a alguém pra sempre. Não é como se eu não me dispusesse, racionalmente, a abrir mão dessas experiências por alguém. Mas eu tenho 20 anos e a curiosidade de uma criança. Eu ainda quero viver de tudo e não é um querer “controlável”. É uma ansiedade gigantesca, eu quero conhecer o mundo. Imagina se eu crio uma relação de cumplicidade assim com alguém que queira ficar estático, para sempre, no mesmo lugar? Foi mais ou menos o que aconteceu da primeira vez. E se eu continuar exigindo tanto, é o que vai continuar acontecendo pra sempre.
Mas nem por isso eu preciso tratar “namoro” como uma coisa banal, supérflua, só para satisfazer carências emocionais e/ou sexuais. Ah, se for sexo por sexo, que seja. Não precisa namorar para isso, certo? E namoro sem sentimento perde o propósito, certo? Então não culpo quem busca o sexo pelo sexo, uma vez que é uma necessidade natural. Mas eu também não consigo querer o sexo pelo sexo, eu ainda preciso me envolver em outros níveis.
Enfim, acho que enquanto eu insistir nesse relacionamento idealizado, eu mesma vou torna-lo inalcançável. Eu tenho é que ter um namoro leve, que me faça sentir bem e pronto. Não dá pra ser tão exigente, mas eu não consigo evitar. Meu ideal não vai mudar, e eu só vou casar quando encontrar alguém que pense assim. Eu tenho que parar de achar que namoro é casamento, mas sem banalizar também. Eu posso continuar com as minhas expectativas, desde que saiba ameniza-las e adaptá-las ao momento ideal.

Sou essa pessoa fresca que se vê.

Publicado originalmente em 22 de Setembro de 2010

Agora Posso

Agora eu posso aceitar aqueles convites pro cinema e pra jantar. E, se der vontade, posso aceitar subir pra beber alguma coisa depois, e provavelmente voltar só depois do café-da-manhã. Posso aceitar ser modelo no seu trabalho da faculdade, e posso aceitar ir praquelas baladas todas, usar aquelas drogas todas, beijar aquelas pessoas todas e, enquanto o efeito da droga durar, amar não só aquelas, mas as outras pessoas todas.
Agora eu posso passar na livraria e olhar os livros que interessam a mim, e só a mim. Posso fugir da sessão de cinema e ir direto pra de culinária. Posso parar de comer fora de casa e voltar a correr na praia todas as noites. Posso voltar a usar saia curta com cinta-liga e salto alto, sem me incomodar se alguém vai pensar que é vulgar. Posso fumar o cigarro que tanto odeio, mas que tô afim de fumar, só porque deu vontade. Posso beber o álcool que não quero, só pra ficar doida do jeito que não gosto, e passar vexame e alimentar a fama que não condizem com quem eu sou.
Agora, posso economizar o dinheiro do cinema, já que não tenho com quem fazer os mesmos comentários de sempre sobre os filmes. Posso, também, andar de bicicleta pra tudo quanto é lugar, porque não tenho mais quem tema por mim. Posso flertar com homens, mulheres, baixinhos, gigantes, sapos e baleias, se é que é possível flertar com tal diversidade biológica. Posso ouvir músicas felizes e alegres, sem sentir que estou destoando de alguém ao fazer isso. Posso ser fútil e burra, porque não tenho mais com quem argumentar, nem a quem convencer de coisa alguma.

Posso, agora, ser livre. Sou livre. Respiro, enfim, livre. Solta.

Mas sinto falta dos seus braços em volta de mim.

Originalmente publicado em Agosto/2010

São Paulo: Um Primeiro Olhar

“É mais do que cliché dizer que São Paulo é uma cidade de contrastes e diversidade. Não há primeira impressão mais óbvia sobre a capital. Entretanto, o que mais me chama atenção são os comportamentos e relações interpessoais diante tanto contraste. O modo como tantas diferenças se unem para formar uma cultura riquíssima e variada, mas que também acabam por tornar as pessoas mais frias e distantes, tanto das outras, como de si próprias.
A riqueza dos contrastes, que acaba por formar paisagens inusitadas, mas que de tão recorrentes já se tornaram comuns naquele ambiente e acabam passando despercebidas, aproxima as diferenças ao mesmo tempo em que as isola. As pessoas, diante de tanta informação e trânsito, acabam obrigadas a se fechar e manter seu rítmo constante, para que não acabem devoradas pelos excessos da cidade. tornando-se assim, mais frias e distantes num primeiro olhar, escondendo um mundo de interesses que elas próprias são.”
(Resenha sobre a cidade de São Paulo, feita as pressas no intervalo entre as aulas :x , para um trabalho da faculdade em 2008)

Tá repetitivo e fraco, mas acho que dá pra pegar a idéia geral, né?
Depois de passar uma tarde na estação de metrô da Praça da Sé (estação central do sistema metroviário paulistano), observando pessoas, texturas, funcionamento, movimento, e tudo mais que havia por lá, inclusive as flores que brotavam entre as paredes de concreto, a palavra contraste não saía da minha cabeça. É simplesmente fascinante ver tantas realidades diferentes se cruzando, convivendo com tanta naturalidade, e lutando com a mesma garra para garantir seus lugares no próximo trem. Realidades paralelas, caminhando lado a lado, que se olham, mas não interagem.
Em São Paulo, dois corpos podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço.
Se é verdade que todos os seres humanos se igualam no cemitério, eu acho que o metrô de São Paulo é uma boa prévia do que será nossa “vida” pós-morte. /infame

O Segredo.

Ok, tudo começou com umas malditas brocas. Ou talvez com O Segredo, que ocasionalmente (ou não) alterou o rumo da minha vida -SUSPENSE- ok, just kidding porque sou mala e sempre que tô com sono preciso exagerar no cinismo (e na babaquice :D , embora nem precise MESMO de sono pra isso).
Primeiro preciso explicar que tenho TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), mas ele é, digamos, suave. Controladinho, dentro do quão controlado algo que é obsessivo e compulsivo, and both at the sime time, pode ser. E uma das características desse TOC é a recorrência de pensamentos, ou seja: tem certos pensamentos e idéias que ficam martelando na minha cabeça e normalmente não passam por-nada-no-mundo até que eu tome alguma providência com relação a isso. E por providência se entende uma caralhada de coisas. Por exemplo: eu odiava sushi: “Éca, peixe cru, que coisa gelada, gosmenta e com gosto de… peixe cru!”. Mas eis que chegou um dia em que um pensamento invadiu minha cabeça: “SASHIMI, JÁ!”. E assim foi, passei dias PRECISANDO de sashimi, até que fui num rodízio, comi cada item do cardápio e dentro de mim se aflorou o MONSTRO DO SUSHI, e, TANDAN, adivinha do que ele se alimenta :D Drr, é, sushi. Só. E eu garanto que posso passar o resto dos meus dias só comendo sushi, que é, DE LONGE, minha comida favorita desde então. Até algum outro pensamento relacionado a comida me invadir, claro ;D
Imaginem se eu acordasse com vontade de comer COCÔ. Sério, que merda. (infame, alow)

Dessa vez, eu não acordei com vontade de comer, mas fui dormir com vontade de trocar minha escrivaninha. Que na verdade era uma ESCRIVANONA em L, pesadíssima, e onde eu guardava muitas tralhas. Umas duas semanas se passaram e o “desejo” persistia FORTE. E hoje, finalmente, quando cheguei em casa (depois de uma epopéia que certamente renderá história), exausta, com vontade de me jogar na cama e dormir ad aeternum e… EI, o que é esse pozinho? …Pó-de-ma-dei-ra? …muito pó-de-ma-dei-ra? …MONTINHOS DE PÓ-DE-MA-DEI-RA? CAR$#() MODAFOCA LOL BROCAS MUITAS BROCAS AE FUCK /tapa na testa. Fui perguntar pra vó o que fazer, já que rolou uma infestação aparente de broca (seria cupim? :o ) no meu cantindemimi. A véia conferiu, atestou e deu o veredicto: LIXO, JÁ.

Poder do pensamento é isso aí. Você deseja tanto se livrar da escrivaninha que brocas brotam (gotit?) nela. O Segredo não é NADA perto do meu TOC. Vou escrever um livro e ficar milionária: “TOC – A arte de manipular seus transtornos e conseguir o que quer”. Rá, vou dominar o mundo!
Tudo bem que antes eu vou precisar virar a noite desmontando/jogando móvel bishado no lixo, mas se os milhões vierem, acho que compensa.

Vou interromper sem desfecho porque to com um sono da porra e ainda tenho muita coisa pra arrumar. Beijosmeseguenotwitter.

As Mesmas Bobas Declarações de Amor

“[...]sempre as mesmas conversas e divagações, sempre as mesmas paisagens, sonhos, promessas, poemas e, ainda, sempre as mesmas declarações de amor… Ah, aquelas bobas falas de amor, que se mantém em moda tão somente entre as mocinhas enamoradas, ou com intenção de enamorar-se em breve. É bem fato que ainda me agradam tais discursos, que apesar de tão pobres em lógica, são tão ricos em sentimentos e ingenuidade. Ah, a credulidade dos primeiros amantes, me comove pensar em tal pureza que não obstante me fora arrancada. [...]“

Trecho de Diálogos Inacabados.